Numa conversa profunda e luminosa comJosé Guijarro paraEspaço Misterioso, oDra.. Lujan Comas e eleDr.. Xavier Melo —autores deVida além da vida e presidente e fundador daFundação Icloby— compartilhar as chaves de suas pesquisas sobre oexperiências de quase morte (ECM), osobrevivência da consciência e eleProjeto Luz, o maior estudo em espanhol sobre conscientização sobre parada cardíaca.
Desenvolvimento da notícia:
O espaçoEspaço Misterioso, dirigido pelo jornalistaJosé Guijarro, Ele dedicou sua entrevista mais recente a explorar os limites da consciência e a possibilidade de sua continuidade além da morte.. Nesta ocasião, falei com oDra.. Lujan Comas, anestesista e especialista em terapias integrativas, e com eleDr.. Xavier Melo, economista e pesquisador da consciência, referências internacionais e membros daFundação Icloby
Durante a entrevista, os médicos apresentaram seu trabalhoVida além da vida, publicado pela editoraCairo, uma antologia que reúne testemunhos e reflexões de destacados investigadores internacionais comoRaimundo Moody, Pim van Lommel, Bruce Greyson, Jeff Olsen simEmílio Carrillo, entre outros.
O livro surge do desejo de“traga esperança onde há desesperança e alegria onde há tristeza.”, da ciência”, explicou o Dr.. Lujan Comas.
“Há vinte anos, quando eu queria pesquisar experiências de quase morte, Eles me disseram que eu estava louco. Olá, Hospitais querem estudar estes fenómenos com rigor científico. “Algo mudou profundamente na sociedade.”, destaca o Dr.. Xavier Melo.
Ambos concordam que estamos vivendo umaera da síntese, onde a sabedoria oriental e a ciência ocidental começam a se encontrar em terreno comum: o estudo da consciência. “O pensamento oriental trouxe uma visão mais ampla da vida e da morte”, Luján destacou, “e graças a essa abertura hoje podemos falar sobre a alma e o transcendente com respeito e fundamento”.
Um dos temas centrais do encontro foiProjeto Luz, pesquisa internacional liderada pela Fundação Icloby e peloFundação Universitária de Ciências da Saúde (FOCO), que estuda cientificamente experiências de quase morte em pacientes com parada cardíaca documentada.
No momento, O projeto conta com a colaboração demais do que 15 hospitais na Espanha, América Latina e outros países, e pretende se tornar o maior estudo mundial sobre consciência e morte clínica.
“Estamos provando que o cérebro não é o produtor da consciência, mas seu receptor. A consciência é algo muito mais amplo, que pode durar mesmo quando o cérebro para de funcionar”, explica o Dr.. Comas.
o livro, cujos lucros são inteiramente usados para financiar esta pesquisa, pesquise tambémreconciliar as pessoas com a ideia de morte. “O medo de morrer nos impede de viver plenamente”, afirma Melo. “Quando perdemos esse medo, aprendemos a valorizar a vida, cada momento e cada ente querido”.
ContraVida além da vida, ambos os autores oferecem uma ponte entre ciência e espiritualidade, entre razão e experiência, abrindo uma conversa necessária sobre quem somos e o que resta quando o corpo cessa.
“A dor é inevitável”, diz Luján., mas o sofrimento é opcional. Saber que a vida continua nos ajuda a viver com mais amor, consciência e serenidade.




