Tudo termina quando morremos?

“Não tenho muita certeza do que estou fazendo aqui porque minha área – consciência e ciência – pode não parecer diretamente ligada a este setor. Mas talvez possamos começar a ligar os pontos.” Com estas palavras, Dr.. Luján Comas began her presentation at the 2024 encontro anual do setor funerário.

No que ela considerou um ambiente desafiador, Dr.. Comas pretendia inspirar uma mudança de perspectiva em relação à morte e ao papel dos profissionais funerários. Ela enfatizou a necessidade de uma mudança global na consciência, defendendo uma nova forma de compreender a morte, ao mesmo tempo que aborda questões mais amplas, como cuidado planetário e sustentabilidade. Ela destacou a importância de recorrer à ciência para obter o conhecimento necessário para provocar esta mudança na consciência, ajudando a enfrentar estes desafios e a facilitar esta transição com sucesso.

Dr.. Comas encorajou o público a refletir sobre como a ciência, consciência, e a morte se entrelaçam. Através de perguntas instigantes como: O que é a morte? O que acontece com a energia que antes animava um corpo que agora jaz sem vida?- ela convidou os participantes a explorar a possibilidade de que, de acordo com as leis da termodinâmica, a energia não é criada nem destruída, mas transformado. Será que esta energia transita para outro plano de consciência?

Her presentation gradually steered towards a scientific perspective, colocando a questão fundamental: Somos um corpo, ou temos um corpo?

Ela demonstrou, por meio de pesquisas sobre experiências de quase morte (EQMs), que a consciência não é produzida nem confinada ao cérebro. Esse, ela argumentou, sugere que quando o cérebro deixa de funcionar, a consciência não morre com isso, mas continua - e é muito mais do que percebemos.

Ao abordar o tema da morte, Dr.. Comas também descreveu as atitudes mais comuns em relação a isso, incentivando os participantes a explorar a literatura sobre o assunto para expandir sua compreensão desta profunda transição.

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